Saiba mais sobre: ciúme patológicoQuem nunca sentiu pelo menos uma pontinha de ciúmes que atire a primeira pedra!

Sentir ciúme é normal e natural, todos nós já sentimos e sentiremos ao longo de nossas vidas. Seja ciúme dos pais, dos filhos, da pessoa amada… Não importa quem.

O ciúme é um sentimento difícil de explicar, mas que todos sabem muito bem como funciona, é aquele típico medo de perder alguém amado para outra pessoa ou coisa.

Saiba mais sobre: ciúme patológico

É exatamente aquele momento que nos sentimos ameaçados e sentimos que podemos perder quem mais amamos, sendo essa ameaça real ou imaginária.

Mas, se todos sentem ciúmes, quando ele se transforma em algo patológico?

O ciúme patológico é sempre baseado em motivos irreais, imaginados pela pessoa que o sente, e por mais que ela o explique de forma sensata e coerente, esse motivo continua sendo irreal.

No ciúme patológico aquelas dúvidas sobre a fidelidade do companheiro deixam de ser dúvidas e passam a ser idéias delirantes de traição.
Saiba mais sobre: ciúme patológico

Com isso, a pessoa com esse transtorno acredita fielmente que o companheiro está cometendo a traição, e essa ideia fica fixa em sua mente.

Ela passa a investigar o parceiro por todos os meios possíveis, checando correspondências, e-mails, celular, roupas… Tudo isso com a intenção de achar a prova da infidelidade.

É a típica pessoa que faz visitas no trabalho quando não deveria e sem avisar, ou liga justamente na hora de uma reunião importante.

E continua nesse ciclo, mesmo quando depois de muitas tentativas não acha prova nenhuma da traição.

Normalmente a pessoa que possui esse ciúme patológico não o assume, por isso quem normalmente pede ajuda primeiro é o companheiro que sofre com as ameaças.

Saiba mais sobre: ciúme patológico

Existem tratamentos para pessoas que possuem esse transtorno, seja por meio de terapia, por uso de medicamentos ou pelo uso de ambos.

Para isso é de extrema importância buscar ajuda de um especialista, que ajudará a pessoa sair desse grau de ciúmes patológico e viver uma vida mental sadia.

Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria.