O uso do LASER pela medicina cresce nas últimas décadas

Com resultados cada vez mais significantes e que trazem qualidade de vida às pessoas, a utilização do LASER em cirurgias tem sido um dos métodos mais eficazes da atualidade, nos mais variados tratamentos de saúde.

O uso do LASER pela medicina tem sido crescente nas últimas décadas. A substituição do bisturi pelo dispositivo tem revolucionado as cirurgias, que contam com taxas de sucesso altamente satisfatórias. Pesquisas minuciosas, aliadas ao avanço da tecnologia, têm permitido que pacientes submetidos a cirurgias a LASER tenham uma recuperação mais rápida e resultados plenamente positivos.

Atualmente, as cirurgias a LASER abrangem as mais distintas áreas da saúde. Entre elas, estão as plásticas, dermatológicas, oftalmológicas, vasculares, além das cirurgias na área de proctologia. A lista, porém, não para por aí. Para citar alguns exemplos, os procedimentos voltados para a área dermatológica dizem respeito às imperfeições da pele, que tanto incomodam mulheres e homens. “Neste caso, o LASER é utilizado no tratamento de lesões dérmicas, com características diversas, no sentido de renovação da pele”, afirma o cirurgião plástico Claudio Roncatti, diretor da Sociedade Brasileira de LASER. Segundo o profissional, a ação biofísica do LASER nos tecidos, em tratamentos como esse, tem sido estudada cada vez mais. “A ideia é que sejam aplicadas as melhores e mais precisas técnicas existentes”, garante.

O rejuvenescimento da pele à base de cirurgia a LASER também tem alcançado grandes feitos. Rugas ou cicatrizes suaves são corrigidas de maneira segura e eficaz. As peles que possuem manchas, como os cloasmas, que vêm com a gravidez, ou as que chegam com a idade, também são “apagadas” quando submetidas a esse tipo de tratamento.

O LASER associado à cirurgia convencional

Casos mais delicados, como os de tumores na pele, também têm sido tratados com essa tecnologia. “Situações em que ocorrem tumores malignos na região da face, próximos aos olhos, nariz, boca e orelhas, podem significar mutilações e perda de funções importantes para a vida de relação, como a visão, a audição e o olfato. A associação da Terapia Fotodinâmica à cirurgia convencional visa a diminuir a porcentagem de recidivas, aumentando a qualidade de vida dos pacientes submetidos a esse tipo de tratamento”, explica Roncatti.

O LASER na oftalmologia

A miopia, o astigmatismo e a hipermetropia, chamados de erros refrativos, e que acometem milhares de pessoas, são alguns dos casos mais tratados com o procedimento a LASER. Os resultados têm sido satisfatórios e a qualidade de vida de quem tem esse tipo de problema também tem melhorado. Segundo Claudio Roncatti, “o método é extremamente eficaz, o que permite ao paciente muito mais segurança inclusive no pós-operatório”. O médico garante que é indolor, e o melhor: não é necessária internação hospitalar, ou seja, o operado não precisa se ausentar por muito tempo de sua rotina.

Tratamentos como esses, porém, são indicados para pacientes com idade a partir do 20 anos, em que o grau já esteja estabilizado. Para os que têm mais de 40 e a probabilidade de ocorrer o caso de vista cansada, chamado de presbiopia, é grande, a cirurgia a LASER também é recomendada. O uso dos óculos ou de lentes de contato, necessário por conta da dificuldade de leitura, por exemplo, chega a ser descartado, pelo menos, em boa parte do dia, após a cirurgia.

Importante destacar que em qualquer caso, são indispensáveis as consultas ao médico, bem como avaliações pré-operatórias e também a realização de exames rigorosos. “Somente profissionais especializados e qualificados estão aptos a realizar as cirurgias a LASER. Sob condições ideais, os riscos são mínimos e a cirurgia é um sucesso”, finaliza Roncatti.

Mais informações:
Ana Pontes
Assessora de Imprensa
Rojas Comunicação
(11) 3675-4940 / 3873-6261