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Entra estação e sai estação o que vem conquistando as mulheres no estilo e na inovação é a saia mullet. Ela que surgiu recentemente no calor das tendências, com a proposta do caimento à lá noiva, ou seja, corte longo atrás como se fosse uma cauda e curto na frente.

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O nome também não poderia deixar de ser polêmico, sendo semelhança aos looks sertanejos utilizados anos atrás, sob cortes assimétricos, característico de duplas como Chitãozinho e Xororó.
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Apesar de agora serem aliadas das mulheres que optam por sensualidade, as saias mullet não caíram no gosto de muitos fashionistas que não acreditavam na tendência que acabará de surgir.
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Logo que surgiram, as reações a esse tipo de saia não foram muito favoráveis, sendo que alguns editores de moda a criticaram bastante.

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Mas já no início do outono, elas apareceram em vários modelos, desde os mais longos aos mais curtos, comportadas, ousadas, plissadas, lisas ou estampadas.
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“Assumo que de primeira não me apaixonei loucamente pela ideia, mas agora, em fase de franca adaptação, comecei a achar graça em alguns modelos”, explica a stylist Marcia Jorge.

 

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De acordo com ela muitos estilistas brasileiros que apresentaram suas coleções na São Paulo Fashion Week criaram belíssimas versões da tendência tanto para a moda casual, como para a moda festa.
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Mas segundo Marcia, para usar as peças que têm a parte da frente bem curtinha, é legal estar com as pernas em dia, bem torneadas e depiladas.
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Quem quiser criar um estilo rock and roll pode usar com meias trabalhadas e ankle boots. “Também ficam super lindas com camisa, regatinhas e t-shirts”, diz ela.
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Estas saias podem ser usadas tanto com salto baixo como com alto, dependendo apenas do estilo de cada uma. “Ficam lindas com rasteirinhas, sapatilhas e até com abotinadas ou sandálias altíssimas”, complementa a profissional.

 

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Márcia adverte que as saias confeccionadas com tecidos leves e sem babados são mais indicadas especialmente por que evitam o efeito visual de aumento de volume dos quadris.
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“A assimetria virá ainda em decotes, mangas e barras, quanto menos óbvio mais interessante; quem não se acostuma com a proposta deve ver fotos e formas de se usar essa assimetria por que a moda fica bem mais divertida sem preconceitos!” justifica a stylist.

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Fonte: Stylist Marcia Jorge/Lilica Assessoria.
Por: Jornalismo Nós Mulheres.